As 42 regras indispensáveis para gestão de produtos

Escritor: Brian Lawley, Greg Cohen
Editora: Saraiva
ISBN: 9788502163133

Português
Formato: Papel
168 páginas

Sinopse original:
Aprenda as regras de gerenciamento de produto com os maiores especialistas do mundo. Um guia provocante que faz com que o leitor repense sobre sua maneira de trabalhar e de gerenciar seus produtos aplicando as 42 regras escritas por profissionais da área, professores, CEOs, vice-presidentes, blogueiros, consultores, treinadores, vendedores e engenheiros. O objetivo deste livro é expor a sabedoria e os conhecimentos desses especialistas ajudando o leitor a conquistar uma carreira de gerente de produto bem-sucedida e lucrativa.

Os Axiomas de Zurique

Escritor: Max Gunther
Editora: Record
ISBN: 8501033502

Português
Formato Lido: Digital
155 páginas no formato de papel

Sinopse: Os banqueiros suíços ensinam como ganhar dinheiro em qualquer lugar no mundo.
Você será sempre bem-sucedido no mundo dos negócios se seguir regras sobre risco, mobilidade, intuição, esperança e padrões.
Logo depois da Segunda Guerra mundial um grupo de banqueiros e empresários suíços resolveu ganhar dinheiro investindo em várias frentes, de ações a imóveis, de mercadorias a moeda.
Neste livro estão as regras infalíveis que os banqueiros estabeleceram para diminuir os riscos enquanto aumentavam cada vez mais os lucros. São 12 axiomas principais e 16 secundários que se aplicam a qualquer tipo de investimento. Neles o leitor encontrará a chave para investir com sucesso à moda suíça.

D. Maria I – A Vida Notável de Uma Rainha Louca

Escritora: Jenifer Roberts
Editora: Casa das Letras
ISBN: 9789724621234

Português
Formato lido: Digital/Kindle
244 páginas se fosse no formato papel

Sinopse:
A história da primeira rainha portuguesa, uma mulher frágil apanhada nas redes da principal disputa do século XVIII entre a Igreja e o Estado, entre as velhas superstições e a época da Razão, entre uma religiosidade poderosa e uma ditadura tirânica. D. Maria encarna fielmente as contradições desse tempo, pois, apesar do seu conservadorismo religioso, soube compreender, pelo menos em alguns aspetos, o Iluminismo, adotando uma abordagem humanitária dos assuntos de Estado. Desde o seu tão aguardado nascimento em Lisboa, então a cidade mais opulenta da Europa, até à sua morte, num ambiente austero no Brasil, esta biografia lê-se como um romance histórico. A autora revisita a história política da época, as complexidades da vida privada da rainha, os principais acontecimentos e a vida das personalidades desse período histórico. D. Maria I – a Vida Notável de Uma Rainha oferece aos seus leitores uma visão íntima do mundo das monarquias absolutas, da vida quotidiana na corte portuguesa e na velha Europa, antes da Revolução Francesa e da ascensão de Napoleão que levou a dinastia de Bragança à beira da ruína.

O que eu achei?
Se não fosse biografia e história daria um excelente romance, cheguei até a ficar com da rainha D. Maria que se esforçou tanto para tirar um país quase medieval para algo mais “democrático”, com o medo de errar no uso da palavra democrático.
Você começa a ler a história e se depara com situações que são muito comuns hoje na politica Brasileira, como por exemplo, nepotismo, corrupção e favoritismos. Infelizmente puxamos o lado errado da família.

Jesus Cristo bebia cerveja

Escritor: Afonso Cruz
Editora: Alfaguara
ISBN: 9788579623011

Português
248 páginas no formato Papel
Formato lido: Digital, Kindle

Sinopse: Costuma-se dizer que se Maomé não vai à montanha vai a montanha a Maomé. No centro do novo romance de Afonso Cruz está precisamente este aforismo. Há uma idosa alentejana cujo maior desejo é visitar a Terra Santa. Como a neta não a pode levar lá, é engendrada uma forma de trazer Jerusalém até ao Alentejo. É aqui que reside o aspeto cómico de um romance que se revela no entanto uma tragicomédia.
«É certo e sabido» – lê-se num dos últimos parágrafos – «que o final feliz é uma invenção humana, uma necessidade de obliterar a morte. A vida nunca acaba bem». No caso da vida de Rosa – a personagem principal, neta da tal idosa que queria ir a Jerusalém – a infância também já não foi auspiciosa. Viu o avô atirar-se a um poço, o pai enforcar-se e a mãe fugir de casa.

Cobiçada pelo olhar lúbrico dos homens, Rosa há-de descobrir no professor Borja um cúmplice, primeiro, e depois o objeto da sua trágica dádiva.

É o professor Borja, um erudito sem audiência nem reconhecimento, que há-de preparar o cenário da falsa Jerusalém. Exigindo no entanto a fidelidade a detalhes importantes: entre eles, o facto de Jesus Cristo beber cerveja e não vinho.

Não se trata de uma liberdade ficcional mas de um aspeto que tem sido discutido pela História. O professor Borja é taxativo: «O que se bebia no espaço geográfico em que Cristo habitava era cerveja. O vinho era uma bebida de romanos, dos invasores. Cristo não iria beber a bebida dos ricos, dos opressores».